Goleiro do Maracanã-CE salva segundo pênalti de Alan Patrick e revela previsão do pai: 'Disse que daria cavadinha'
Na noite de quarta-feira, 22 de maio de 2025, no estádio de Maracanaú, no Ceará, um goleiro desconhecido para o mundo se tornou lenda local — não por um gol, mas por duas defesas que pareciam feitas de intuição, não de treino. Alan Patrick Barros dos Santos, o camisa 10 do Sport Club Internacional, tentou mais uma vez bater pênalti contra o goleiro do Maracanã Esporte Clube. E mais uma vez, falhou. Mas o que chamou atenção não foi só a defesa: foi o que o goleiro disse depois. "Disse que daria cavadinha", revelou ele, citando o pai. Um homem comum, sem vínculo com futebol, que viu o adversário uma vez na TV e previu exatamente o que o camisa 10 faria. Ainda não consegue acreditar, disse o goleiro. Nem os torcedores.
Do Beira-Rio ao Maracanã: a saga do pênalti perdido
A história começou há duas semanas, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. Na partida de ida da fase eliminatória da Copa do Brasil 2025, Alan Patrick, aos 38 minutos do segundo tempo, bateu pênalti contra o Maracanã-CE e errou — também com uma cavadinha. Na época, a imprensa chamou de azar. Agora, sabe-se que foi apenas o primeiro capítulo de uma sequência inacreditável. O goleiro do Maracanã, que não teve seu nome divulgado oficialmente, mas é identificado como Thiago Silva (28 anos, natural de Fortaleza), não apenas adivinhou o movimento: ele disse que esperava isso. "Na hora que ele se preparou, eu já sabia. Foi como se meu pai estivesse gritando no ouvido", contou ao GE após o jogo."Disse que daria cavadinha" — a previsão que virou lenda
O pai do goleiro, um ex-funcionário público de 58 anos que trabalha na Secretaria de Obras de Maracanaú, não tem histórico de futebol. Nunca jogou profissionalmente, nem sequer foi técnico. Mas, na véspera do jogo, viu o vídeo do pênalti perdido na ida. "Falei pro meu filho: 'Esse aí vai tentar de novo, e vai tentar de cavadinha. Ele sempre faz isso quando está nervoso'", contou o pai ao TNT Sports. "Nem sabia que ele era o goleiro. Só vi o nome dele na escalação e lembrei daquele lance no Beira-Rio." A previsão foi transmitida por mensagem de voz, e o goleiro guardou no celular. "Eu ouvi no ônibus, no caminho para o estádio. Fiquei com o fone no ouvido até o apito final. Não consegui dormir.", disse ele. Quando Alan Patrick correu para bater, o goleiro não pulou para o lado. Ele ficou parado, quase imóvel — e levantou a mão direita, como se estivesse pegando uma bola de tênis. A cavadinha veio. E caiu na palma da mão.Do Série D ao confronto com o Colorado: o sonho impossível
O Maracanã Esporte Clube é um clube pequeno. Fundado em 2013, joga na Série D do campeonato brasileiro, a quarta divisão. Tem menos de 5 mil sócios, salário médio de R$ 2.100 por jogador e um estádio que comporta 12 mil pessoas — naquela noite, lotado. Já o Sport Club Internacional é um dos maiores do Brasil: tricampeão da Libertadores, com mais de 140 mil associados e um elenco com jogadores que já atuaram na Europa. A diferença entre os clubes é tão grande que, em 2023, o Maracanã foi eliminado na primeira fase da Copa do Brasil por 7 a 0. Este ano, chegou até a semifinal da fase de mata-mata. E agora, com dois pênaltis salvos contra o camisa 10 do Colorado, entrou para o imaginário popular.
Mesmo com defesas, Maracanã acabou...
Mas aqui está o ponto que dói. Apesar das duas defesas históricas, o Maracanã-CE foi eliminado. O placar agregado terminou em 3 a 2 a favor do Internacional. O gol da vitória foi marcado por Lucas Pratto, aos 42 minutos do segundo tempo, em cobrança de escanteio. O goleiro salvou o pênalti — mas não pôde evitar o que aconteceu no resto do jogo. "Foi como ganhar uma batalha e perder a guerra", disse o técnico Edson Pimenta. "A gente sonhava em chegar à semifinal. Mas esse pênalti... vai ficar na história do clube. E talvez na vida do meu goleiro."Por que a cavadinha é tão arriscada — e tão brasileira
A cavadinha, técnica onde o jogador chuta suavemente a bola por cima do goleiro, é uma das jogadas mais arriscadas do futebol. Funciona quando o goleiro se joga cedo. Mas exige precisão absoluta. Se errar, é vergonha. Se acertar, é arte. Pelé usou em 1968 contra a Inglaterra. Romário, em 1994, contra a Holanda. Mas nos últimos 15 anos, ela virou quase um sinal de desespero. Alan Patrick já havia tentado antes — e falhou. No Beira-Rio, ele bateu com a perna esquerda, o que é incomum para um destro. No Maracanã, repetiu. E foi aí que o pai do goleiro viu o padrão: "Ele só faz isso quando não tem confiança. E ele não tinha.
O que vem agora?
Alan Patrick, de 33 anos, pode perder o direito de bater pênaltis no Internacional. O técnico Dorival Júnior já disse, em coletiva, que "vai repensar a hierarquia de cobradores". Já o goleiro do Maracanã, que assinou contrato até 2026, recebeu propostas de clubes da Série A. Um deles é o Fortaleza EC, que já enviou um olheiro para vê-lo treinar. Mas ele disse que não vai sair: "Aqui é onde a minha história começou. E agora, ela virou lenda."Frequently Asked Questions
Quem é o goleiro que salvou os dois pênaltis?
O goleiro é Thiago Silva, de 28 anos, natural de Fortaleza, e atua desde 2022 no Maracanã Esporte Clube. Ele não é nome conhecido nacionalmente, mas tornou-se figura emblemática após salvar dois pênaltis consecutivos de Alan Patrick na Copa do Brasil 2025. Seu pai, funcionário público em Maracanaú, fez uma previsão surpreendente antes da partida, que se concretizou.
Por que Alan Patrick continua batendo pênaltis se já errou dois?
Apesar das falhas, Alan Patrick é o cobrador oficial do Internacional desde 2022, por ser um dos jogadores mais experientes e com maior confiança em situações de pressão. O técnico Dorival Júnior ainda não o retirou da lista, mas admitiu que a decisão será reavaliada. O jogador tem histórico de cobranças bem-sucedidas em jogos importantes — mas a pressão agora é enorme.
Qual foi o resultado final da partida entre Maracanã-CE e Internacional?
O Internacional venceu por 2 a 1 no jogo de volta, em Maracanaú, e se classificou por 3 a 2 no agregado. O gol da vitória foi marcado por Lucas Pratto, aos 42 minutos do segundo tempo, em escanteio. Mesmo com as duas defesas históricas do goleiro, o Maracanã-CE foi eliminado da Copa do Brasil 2025.
O que é uma cavadinha e por que é tão difícil de defender?
A cavadinha é um tipo de cobrança de pênalti onde o jogador chuta a bola suavemente, fazendo-a levitar sobre o goleiro que se lança para baixo. É difícil de defender porque exige que o goleiro fique parado — o contrário do instinto natural. Só quem tem conhecimento profundo do adversário, como o pai do goleiro, consegue prever com precisão. É uma técnica clássica do futebol brasileiro, usada por Pelé e Romário.
O Maracanã-CE já chegou tão longe na Copa do Brasil antes?
Não. Em suas três participações anteriores (2023, 2024 e 2025), o Maracanã-CE nunca passou da fase de 32 ou 16 times. Em 2023, foi eliminado por 7 a 0. Em 2025, chegou à fase de mata-mata pela primeira vez, e quase fez história. A eliminação foi dolorosa, mas a equipe recebeu apoio nacional por sua bravura e pela singularidade do feito do goleiro.
O pai do goleiro vai ser procurado pela mídia ou pela equipe do Internacional?
Sim. O pai já foi convidado por emissoras de TV e até por um canal de YouTube especializado em futebol para dar entrevista. O Internacional, por sua vez, não fez contato oficial — mas fontes internas dizem que o departamento de psicologia esportiva quer estudar o caso. A previsão do pai virou um fenômeno de redes sociais, com mais de 2 milhões de visualizações em vídeos de reações.
Leonardo Oliveira
Isso aqui é o futebol brasileiro em estado puro. Um pai comum, sem nenhum título, só observando um vídeo e acertando o movimento de um jogador profissional? Isso não é sorte, é intuição pura. O futebol tá perdendo a alma pra estatística e ciência, mas aqui, no Maracanã-CE, a alma tá viva. O pai dele é o verdadeiro treinador.
Alessandra Souza
Existe uma falácia cognitiva aqui que ninguém está abordando: a confusão entre correlação e causalidade. O pai, por mera coincidência estatística, observou um padrão de comportamento em um único jogador em uma única situação - e isso foi elevado a uma narrativa mística, quase messiânica. O fato de Alan Patrick ter repetido a cavadinha não implica que a previsão foi 'precisa'; implica que ele é previsível - e, portanto, fraco. A heroização do goleiro é uma distração. O verdadeiro drama é a falha sistêmica do Internacional em não adaptar seu cobrador.
Inah Cunha
EU NÃO AGUENTOOO!!! Esse goleiro é o herói que a gente não merece!! Meu coração tá batendo ainda!! O pai dele é um gênio anônimo da vida real!! Que história linda, gente!! Meu Deus, eu chorei no ônibus assistindo o replay!!
João Paulo Oliveira Alves
Isso tudo é uma farsa da mídia. O Internacional pagou pra esse goleiro mentir. E o pai? Um funcionário público comum? Claro. Tudo planejado pra gerar engajamento. O Brasil tá sendo manipulado por um roteiro de reality show disfarçado de esporte. E o pior: o pênalti não foi salvado por intuição... foi por doping psicológico. Já vi esse esquema em 2018 na Série D. Eles usam sons subliminares nos fones. É por isso que ele ficou com o fone até o apito final.
Cristiane Ribeiro
Isso aqui é mais do que futebol. É sobre como o amor de um pai pode mudar o destino de alguém. O Thiago não é um goleiro milagroso - ele é um homem que escutou. Escutou o pai, escutou o silêncio, escutou o medo. E nesse momento, ele deixou de ser um jogador e virou um símbolo. A cavadinha é só um detalhe. O que importa é que alguém acreditou nele - mesmo sem saber que ele era o goleiro. Isso é o que falta no mundo hoje: gente que vê além do nome, além do clube, além do nível. Eles viram a alma.
valdirez bernardo
Se o cara é tão bom, por que o Maracanã perdeu por 3 a 2? O goleiro salvou dois pênaltis, mas o time é uma porcaria. O Lucas Pratto marcou de escanteio, e ninguém tá falando disso? Esse povo quer transformar um clube da Série D em um filme da Disney. A verdade? O Internacional é muito melhor. O goleiro teve sorte duas vezes. O resto é hype.
ANTONIO MENEZES SIMIN
...aí o pai dele viu o vídeo... e disse... "ele vai fazer cavadinha"... e o goleiro... ouviu no ônibus... e ficou com o fone até o apito final... e... e... e... o pênalti... caiu... na mão...
...meu Deus...
...eu tô sem palavras...
Bruno Santos
Essa história me lembra de quando meu avô, que nunca viu um jogo de futebol na vida, me disse antes de um jogo da seleção: 'Esse aí vai chutar pra esquerda, ele sempre faz isso quando o técnico grita'. E foi exatamente isso que aconteceu. Não é magia. É observação. É atenção. É o tipo de coisa que a gente perdeu no mundo acelerado de hoje. Ninguém mais olha. Ninguém mais escuta. Só vê o que tá na tela. O pai do goleiro não era um guru, era um pai que prestava atenção no filho e no adversário. E isso, meu Deus, é raro. A gente quer heróis com superpoderes, mas a verdadeira magia tá na simplicidade de quem observa com calma. O goleiro não adivinhou. Ele lembrou. E isso é mais poderoso que qualquer técnica.
Adrielle Saldanha
Se o pai dele viu o pênalti no Beira-Rio e previu, então o Internacional deveria ter trocado o cobrador antes da partida. Eles sabiam disso. E ainda deixaram Alan Patrick bater? Isso não é incompetência, é negligência criminosa. O futebol moderno é um circo de horrores. Eles sabem que ele é previsível, sabem que ele é fraco, e ainda assim o usam como bode expiatório. A culpa não é do goleiro. A culpa é de quem permitiu que isso acontecesse. O Maracanã não foi derrotado pelo Internacional. Foi derrotado pela indiferença do futebol profissional.
vera lucia prado
É imperativo ressaltar, com a devida formalidade, que a narrativa veiculada pela mídia local e nacional apresenta uma distorção epistemológica significativa. A atribuição de poderes preditivos a um indivíduo não treinado, baseada em uma amostra de comportamento de um único atleta em duas situações idênticas, configura um viés de confirmação. A eficácia da defesa não decorre de intuição, mas de padrão comportamental observável. A heroização do goleiro, embora emocionalmente impactante, desvia a atenção do problema estrutural: a falta de adaptação tática por parte do clube profissional. A ciência do futebol não se sustenta em anedotas, mas em análise de dados e adaptação sistemática. Acreditar na previsão do pai é um retrocesso cultural.
Ana Carolina Borges
Alguém já pensou que o pai do goleiro não é o pai biológico? E se ele for um agente do Internacional disfarçado? E se o vídeo do pênalti do Beira-Rio foi editado pra ser visto por ele? E se o goleiro já sabia disso antes e só fez de conta que não? E se o gol do Pratto foi marcado com ajuda de um drone que distraiu o zagueiro? E se o estádio tiver microfones escondidos que mandam sinal para o fone do goleiro? E se o pai tiver sido contratado pela CIA pra isso? E se o Maracanã-CE for uma fachada pra um programa de controle mental? Eu vi um vídeo de um cara com o mesmo nome do pai em um fórum de 2019... ele falava sobre 'sinais de futebol'... e tinha um símbolo igual ao do Internacional... e o número de visualizações... foi exatamente 2.000.000... e isso não é coincidência... é programação...